Notcias da Redao

16mai 2011

por Isabella D Ercole
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Arte
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A belíssima flor que estampa a capa de maio é mais uma comemoração dos 50 anos de CLAUDIA e do projeto Ame Sua Vida. O desenho faz parte da coleção de ilustrações de Catarina Gushiken. Graduada em design de moda, Catarina ficou à frente da grife Cavalera por sete anos. Suas peças foram desfiladas em eventos importantes, como a Semana de Moda e São Paulo Fashion Week. Hoje em dia, ela cuida do próprio estúdio e dá aulas de ilustração. Saiba mais sobre a designer no site www.catarinagushiken.com.br.

Flor criada por Catarina para os 50 anos de CLAUDIA

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Isabelle Tuchband

Cynthia Greiner e Isabelle Tuchband no ateliê da artista em SP

Acabei de chegar do ateliê de minha amiga Isabelle Tuchband. Nossa, foi difícil sair! O espaço, que ocupa a ampla entrada da casa onde ela mora, é uma irresistível mistura de jardim, telas, tintas, fotos, livros de arte, e convida a gente a ir ficando, respirando arte, enxergando a vida de um jeito diferente… Filha do pintor francês Émile Tuchband, Isabelle conta que, quando nasceu, o pai olhou para ela e disse: minha filha vai ser pintora. “E me jogou essa mágica cigana”, diz Isabelle, que hoje  pinta mulheres incríveis, fortes, femininas, numa verdadeira explosão de cores e de energia. Dela, disse o crítico Jacob Klintowitz: “A alegria da vida pode ser apenas uma bem-aventurança, mas em alguns artistas ela se transforma em valor estético”. Isabelle é uma das inspiradoras/adeptas do movimento de CLAUDIA, “Ame sua vida”, e nossa artista plástica convidada a interpretar o selo comemorativo dos 50 anos, que você verá na capa de março. Nessa edição, você também vai ler os Cadernos de Viagem de Isabelle de Paris e Nice, com programas e passeios muito especiais. Acho que vai se apaixonar… 

Tela Série Flores

Tela Série Flores

 

Nava Smoking

Tela Nava Smoking

Cynthia Greiner

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premio claudia

Prêmio CLAUDIA 2010

Todos os anos a Revista CLAUDIA premia mulheres que se destacaram em diversos assuntos, entre eles Cultura, Negócios e Trabalho Social. Esse ano, por ser o 15° ano da Premiação, a CLAUDIA decidiu levar você pra festa! É concurso Cultural #PrêmioClaudia!

Para participar, faça um post no Twitter ou no Facebook respondendo a pergunta: Como você faz a diferença? Para identificar o post, use a tag #PrêmioClaudia

As 5 melhores respostas levarão um par de convites para a Festa de Premiação do Prêmio CLAUDIA 2010, um evento de gala que acontecerá dia 5 de novembro de 2010, na Sala São Paulo, na capital paulistana.
Participe e não deixe de votar nas mulheres do ano no Site do Prêmio CLAUDIA.

Veja aqui o regulamento do concurso.

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Cynthia Greiner, diretora de Redação de CLAUDIA, participou da entrega do L’Oréal/UNESCO Para Mulheres na Ciência, cerimônia que há cinco anos premia jovens cientistas brasileiras, no dia 23 de setembro, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
Considerado o Prêmio Nobel no meio acadêmico, o programa presenteou cada uma das sete cientistas escolhidas com uma bolsa-auxílio no valor equivalente a U$20 mil.
Com o slogan, “A Ciência precisa de mulheres”, a iniciativa busca incentivar a presença da mulher na linha de frente do conhecimento e garantir visibilidade ao trabalho das pesquisadoras.
No evento, Cynthia entregou o certificado nas mãos da Dra. Patrícia Fernanda Schuck, de 28 anos, vencedora na categoria Ciências Biológicas, Biomédicas e Saúde. A pesquisadora investiga os efeitos da fenilcetonúria, uma doença genética que provoca alterações diversas no sistema nervoso central, como retardo mental e atraso no desenvolvimento. 

premio

Patrícia Schuck recebe o certificado das mãos de Cynthia Greiner

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costura para crianças

Aula de costura para crianças

A empresária e designer Fernanda Egydio acaba de inaugurar a Love Blankie, primeiro espaço da cidade de São Paulo a oferecer cursos e oficinas com máquina de costura infantil, para crianças a partir dos 5 anos.  O ateliê funciona na Vila Nova Conceição.
Os cursos de costura são divididos em três estágios: básico, intermediário e avançado e as aulas são semanais, com uma hora e meia de duração.
Na matrícula, a criança recebe uma cesta de costura personalizada, com linhas, agulhas, dedal, tesoura, porta-alfinetes, fita métrica e demais itens necessários para o curso.

Love Blankie
Rua Diogo Jacome, 368,
Vila Nova Conceição, São Paulo
Acesse o site do ateliê

Amanda Figueiredo

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Fátima Fontes, que se dedica há 25 à dança oriental, se apresenta com o espetáculo “Sombra e Luz – a arte da passagem” no dia 24 de setembro, na livraria Arjuna, em São Paulo.
A bailarina define seu trabalho com a dança como um caminho profundo e suave para a mulher descobrir a força do feminino.
Os ingressos estão sendo vendidos por R$ 19,00 o individual e R$ 33,00 o casal.
Para reservas antecipadas: 11 – 3815 – 8026.

Livraria e Espaço Arjuna
Rua Simão Álvares, 502, Vila Madalena, São Paulo

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Jude Law para Dior

Foto: Divulgação

Jude Law é o astro do comercial do novo perfume masculino da Dior, o Dior Homme. A campanha, que tem duração de cinco minutos, foi gravada em Paris, na região da Torre Eiffel, no primeiro semestre deste ano, e dirigida por Guy Ritchie, ex-marido de Madonna.

A parceira dos dois ingleses não é de hoje: Guy já tinha dirigido o ator em Sherlok Holmes, em 2009. No vídeo, chamado Un Rendez Vous, Jude encarna um sedutor e aparece dirigindo um conversível vestido com um look da grife.

Confira o vídeo!

Amanda Figueiredo

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Virou assunto em todas as rodinhas de conversa: no bar, depois do jantar e até mesmo na fila do banco. Se você ainda não viu A Origem, esse é o momento. O filme, que estreou no dia 6 de agosto nos cinemas do Brasil tem um elenco de peso. Leonardo DiCaprio é Cobb, líder de um grupo contratado para invadir sonhos e mudar as ideias do “sonhador”. Junto com ele, está Joseph Gordon-Levitt, consagrado pelo romântico 500 dias com ela, Ellen Page, de Juno e a francesa Marion Cotillard, conhecida por Piaf – Um Hino ao Amor. O filme é cheio de cenas de ação, mas o que prende o espectador são as teorias intrigantes da invasão do sonho. Recomendado para quem quer uma boa distração. Depois, venha nos contar a sua versão/teoria!

A Origem

Foto: divulgação

 

Isabella D’Ercole

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O filme é uma página histórica da resistência das mulheres no Brasil. Luto Como Mãe, que estréia dia 20 de agosto no Rio de Janeiro e em setembro em São Paulo, conta como elas enfrentam a violência fluminense com todos os seus personagens: matadores, traficantes, políticos, juízes, promotores e a polícia omissa ou corrupta. O diretor do longa, Luís Carlos Nascimento, um dos fundadores da Escola Audiovisual Cinema Nosso, se viu cooptado pelas mães. Elas opinaram sobre o roteiro, os rumos das filmagens, o caminho da edição — e não descansaram enquanto o filme não ficou pronto. Luís conta um pouco dessa saga, uma das mais importantes experiências de sua vida:

Filme Luto Como Mãe

Foto: divulgação

CLAUDIA - Que argumento convenceu você a fazer o filme?

LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Sempre me interessei pelas discussões de gênero. A força das mulheres chama a minha atenção. Cresci dentro da estrutura matriarcal do Candomblé, por isso é que tenho a curiosidade por temas ligados ao gênero. Quando me disseram que a violência vitima mais as mulheres do que os homens, eu corrigi: ‘Não, os homens matam e morrem muito mais, mulheres e armas não combinam’. Puro engano. Elas sofrem terrivelmente como mães, mulheres e irmãs dos homens assassinados. São afetadas economicamente, afetivamente, nunca se esquecem a dor da perda, sobretudo quando é o filho que se vai. As mulheres reagem muito além do que os homens são capazes – e tudo isso numa sociedade machista. Por mais que queiramos, a igualdade não existe.

CLAUDIAComo você chegou aos casos conhecidos como Chacina de Acari (1990), Via Show (2003) e Chacina da Baixada Fluminense (2005) que estão no filme?

LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Eu conhecia as mães ligadas a essas histórias apenas de ler o noticiário. No Rio, há vários episódios de violência e abuso. Para mim seria difícil escolher. As mães discutiram e apontaram os casos do filme. O começo da produção aconteceu bem antes, em Portugal, quando lancei um trabalho na Universidade de Coimbra. Uma amiga me pediu para ajudar numa pesquisa que fazia sobre mulheres e violência. Havia uma pequena verba para registrar imagens e a ideia de fazer um curta veio daí. Entrei em contato com mulheres que se reuniam em associações para pedir punição para os assassinos de seus filhos. Fiquei impressionado. Elas são organizadas, fazem passeata, pressionam as autoridades.

CLAUDIAO que você aprendeu com elas?

LUÍS CARLOS NASCIMENTO – As mães me mostraram que é importante não desistir. Elas chegaram à luta abruptamente, pelo desespero de perder os filhos. Não foi uma escolha. Mas descobriram o poder político que têm. Foram alfabetizadas nesse processo, aprenderam a entrar numa delegacia, na Câmara Municipal, na Assembléia Legislativa, no cartório e no Fórum. Entenderam como funciona – e não funciona – a Justiça brasileira. E hoje passam toda a experiência para outras mães que não param de chegar com mais histórias de filhos assassinados nas ruas e nas comunidades do Rio de Janeiro.
CLAUDIAElas fizeram exigências?
LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Não queriam repetir as experiências ruins que viveram ao dar entrevistas para alguns programas de TV. Abominam o sensacionalismo e o tom desrespeitoso com que certas produções tratam a violência. Queriam algo novo. Prometi construir o filme junto com elas. Vera Lúcia Flores, já falecida, e Marilene Lima, conhecidas como as mães de Acari, foram as líderes mais presentes. Depois das conversas, foi só filmar. O resultado: 150 horas de material colhido em 4 anos.
CLAUDIAComo foi, de fato, a atuação delas?


LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Fiz pesquisa nas TVs. As mães cederam o que tinham de fotos e papéis. Foram aos jornais, aos arquivos. É notável a quantidade de documentos que reuniram. Ainda opinavam sobre quem deveríamos entrevistar etc.
CLAUDIAHá imagens muito delicadas e depoimentos sensíveis captados pelas mães. Quando decidiram por esse caminho?


LUÍS CARLOS NASCIMENTO – Elas sempre me ligavam para avisar sobre uma passeata, um encontro importante que eu não podia deixar de registrar. Mas eu não conseguia acompanhar tudo. Então compramos uma câmera simples, demos uma capacitação rápida para que fizessem os registros que considerassem imperdíveis. Hoje, a câmera digital passa de mão em mão, gravam julgamentos e protestos. Elas usam as gravações até para orientar o Ministério Público, para mostrar que a polícia foi negligente numa investigação. O material é anexado aos processos.
CLAUDIAO que considera mais importante nesse trabalho?


LUÍS CARLOS NASCIMENTO – O poder total de mobilização. As mães ocupam o espaço público, que muitas vezes deveria ser papel das autoridades. Lutam incansavelmente e assim fazem a diferença. Se elas não enchem o Tribunal do Júri, os réus acabam sendo absolvidos. Além disso, levam suas denúncias para fora do país. A versão curta do filme Luto como Mãe foi exibida na ONU, em 2008. Isso é resultado do trabalho delas.
Patrícia Zaidan

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Marilyn Monroe

Marilyn Monroe

O shopping Iguatemi de São Paulo recebe, a partir desta segunda-feira (16), a exposição “De Hollywood para a Moda”, com vestidos usados pelas eternas divas do cinema Audrey Hepburn, Vivien Leigh, Grace Kelly, Rita Hayworth e Marilyn Monroe. 

As roupas foram emprestadas pelo colecionador londrino Gene London, que possui um acervo de mais de 60 mil itens do mundo do cinema.

A mostra funciona de segunda a domingo, das 10h às 22h, no Espaço Fashion do Shopping Iguatemi, com entrada gratuita. 

Serviço

De Hollywood para a Moda
Shopping Iguatemi São Paulo – Espaço Fashion
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jd. Paulistano
Data: 16 a 30 de agosto
Horário: Segunda a Domingo, das 10h às 22h.
Entrada gratuita

 Amanda Figueiredo  

 
Audrey Hepburn

Audrey Hepburn

  

 

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